Sábado
15 de Agosto de 2026 - 
ADVOCACIA CRIMINAL, CÍVEL E FAMÍLIA - ITAIM BIBI

cadastro e - mails

Esse é o meio de se sintonizar conosco. Cadastre seu e - mail para receber nossos boletins periodicos.

Previsão do tempo

Segunda-feira - São P...

Máx
33ºC
Min
22ºC
Parcialmente Nublado

Terça-feira - São Pa...

Máx
33ºC
Min
23ºC
Chuva

Quarta-feira - São Pa...

Máx
33ºC
Min
24ºC
Chuva

Controle de Processos

Aqui você pode acompanhar os andamentos dos seus processos judiciais conosco.

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 4,85 4,85
EURO 5,32 5,32

Atualidades Jurídicas

XXI Consepre: Carta de Manaus defende a infância e a proteção às mulheres

Após três dias de programação, o XXI Encontro do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça Estaduais e Militares do Brasil (Consepre) foi encerrado nesta sexta-feira (14/8), em Manaus (AM), com a aprovação, por unanimidade, da Carta de Manaus — documento que consolida os compromissos das 27 presidências dos tribunais de Justiça brasileiros. A edição teve como anfitrião o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), sob a presidência do desembargador Jomar Ricardo Saunders Fernandes. A abertura, na quarta-feira (12/8), no Teatro Amazonas, contou com a conferência magna do corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, e homenagens a ex-presidentes do Conselho. O balanço da gestão do presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, e painéis sobre inteligência artificial também integraram a programação. O encontro também contou com palestra do conselheiro do CNJ Fabio Esteves sobre a Política Nacional Judiciária de Proteção à Infância. Ele destacou a importância do planejamento, da integração entre áreas, do uso de dados e do acompanhamento de resultados para garantir a efetividade dos direitos de crianças e adolescentes. Ele defendeu, ainda, que a prioridade absoluta deve ser compreendida nas dimensões jurídica, administrativa, decisória e federativa. O tema foi incluído na Carta de Manaus, sobretudo no que se refere ao incentivo para que os tribunais de Justiça assegurem prioridade na implementação da Política Judiciária Nacional para a Primeira Infância e do Plano Nacional de Ações, aprovados pelo CNJ, empenhando-se, de igual modo, na elaboração dos respectivos Planos Estaduais e no aperfeiçoamento do modelo de governança para a área da infância e juventude, com especial atenção a aspectos como o incentivo à convivência familiar e o incremento das estruturas judiciárias especializadas. Já a supervisora da Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e ouvidora nacional da Mulher, conselheira do CNJ Jaceguara Dantas, conduziu o painel “Poder Judiciário e o Enfrentamento à Violência Doméstica contra Meninas e Mulheres”, no qual apresentou o panorama nacional da violência e defendeu a necessidade de continuidade e apoio de todos os Tribunais no enfrentamento da temática. Em sua fala, os números dimensionaram a urgência da agenda: a violência atinge uma em cada quatro mulheres no Brasil; 62,5% dos feminicídios acontecem na residência da vítima; e 96,4% dos crimes contra mulheres foram cometidos por homens. No primeiro semestre de 2026, a Justiça decidiu 532.815 medidas protetivas de urgência — aproximadamente duas por minuto. O relatório Feminicídios x Medidas Protetivas, do CNJ, aponta ainda que 67% das vítimas de feminicídio não tinham medida protetiva anterior contra o mesmo réu — dado que evidencia a lacuna entre a decisão judicial e a proteção. “A mensagem do CNJ levada aos presidentes dos tribunais de Justiça do país é clara: a arquitetura nacional de proteção já existe e precisa ser continuamente fortalecida em cada Estado, com investimento em estrutura, recursos humanos e presença efetiva nos territórios”, destacou a conselheira. Também participaram do evento: o conselheiro do CNJ Silvio Amorim Junior e a conselheira Daiane Nogueira de Lira. O comprometimento dos tribunais com a Política de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres também foi externado no documento final do XXI Consepre. A Carta registrou o compromisso com a adoção de medidas estruturantes relacionadas à Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, conduzida pelo CNJ, como a criação de Ouvidorias da Mulher, Coordenadorias e Unidades especializadas, devidamente dotadas de estrutura e recursos humanos para o pleno desempenho de suas atribuições. O documento também reforçou o estrito respeito ao Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero e a adoção de medidas preventivas contra a violência processual nesse âmbito. Agência CNJ de Notícias Número de visualizações: 6
14/08/2026 (00:00)
Visitas no site:  22439090
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
Pressione as teclas CTRL + D para adicionar aos favoritos.